Ambulatório de referência do HC recebe pacientes
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Com apenas três dias de funcionamento, o ambulatório de referência para a influenza A, criado no Hospital das Clínicas (HC) da UFMG, já atendeu 51 pacientes. Desses, 39 foram considerados suspeitos de ter a doença e uma criança de 3 anos, que chegou de viagem dos Estados Unidos, foi encaminhada para a unidade de internação em isolamento respiratório. As outras 38 pessoas estão sendo monitoradas em casa pela Secretaria de Estado de Saúde (SES). A assessoria do HC informou que o estado de saúde da criança é clinicamente estável e, apesar de ela ainda apresentar tosse leve, não tem mais febre.
Ela é a única paciente que ainda está internada no HC. Outras duas pessoas que estavam na unidade de saúde – uma criança de 13 anos, de Belo Horizonte, e um casal que esteve recentemente no Chile – tiveram alta no fim de semana. Na tarde de segunda-feira, duas pessoas foram levadas de ambulância do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, para o Hospital das Clínicas. O casal, que chegou da Argentina, foi encaminhado para o ambulatório de referência depois de ser identificado por técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como possíveis infectados. Eles não entraram na lista de suspeitos e passaram por avaliação médica. Alguns dos passageiros do voo receberam máscaras para evitar a contaminação.
Não houve novos registros da doença no Brasil entre domingo e segunda. De acordo com a SES, Minas Gerais tem hoje 97 casos suspeitos de gripe suína e 67 confirmados. Outros 112 foram descartados. De sábado até segunda foram notificados 16 novos casos suspeitos e confirmados seis. Em todo o país, há 625 pacientes com a nova gripe. Domingo, o Ministério da Saúde havia anunciado 627, mas na segunda-feira corrigiu a informação e informou que houve um erro no banco de dados. Em Minas, a secretaria de Saúde criou um serviço especial na internet (gripesuina.saude.mg.gov.br) para o esclarecimento de dúvidas, como sintomas, transmissão, formas de se evitar o contágio e as ações no estado, entre outras. Na página eletrônica há ainda um Fale Conosco, por meio do qual as pessoas podem encaminhar dúvidas.
Fonte: www.uai.com.br






